O empresário do agro e liderança política de Campos Novos, João Batista Ramos de Almeida, o Tita Almeida, afirmou que está à disposição do Partido Novo para representar a região nas eleições de 2026 e revelou que a definição oficial sobre sua pré-candidatura deve avançar durante um encontro estadual do partido neste fim de semana, em Florianópolis.
Durante entrevista, Tita destacou que atualmente ocupa a vaga de pré-candidato a deputado estadual pelo Partido Novo, mas ressaltou que o alinhamento e validação do nome devem ocorrer no evento que reunirá importantes lideranças nacionais e estaduais da sigla.
“Estamos aí como um soldado do partido para realmente levar a voz do Partido Novo e mostrar por que o partido veio para fazer diferente”, afirmou.
O encontro contará com a presença do governador de Minas Gerais, Romeu Zema, apontado como pré-candidato à Presidência da República, além do prefeito de Joinville, Adriano Silva, que é cotado para compor a chapa ao Governo do Estado ao lado do governador Jorginho Mello.
Segundo Tita Almeida, o Partido Novo tem fortalecido sua presença em Campos Novos e demonstrado atenção especial ao município, principalmente pela relevância econômica da região para Santa Catarina.
“O Partido Novo estadual tem um grande carinho e interesse por Campos Novos, pela força da agricultura e do comércio local”, destacou.
Na entrevista, o empresário também reforçou que o objetivo da sigla é defender uma gestão pública baseada em eficiência, transparência e combate à corrupção.
“O Partido Novo veio para fazer realmente diferente, com uma administração limpa e sem corrupção, somando para as pessoas do Meio-Oeste e do Planalto Sul Catarinense”, afirmou.
Outro ponto defendido por Tita Almeida foi a necessidade de ampliar a representatividade política do Meio-Oeste e do Planalto Sul, garantindo maior retorno dos recursos arrecadados na região.
“Precisamos de representantes que tragam de volta os recursos que saem daqui para o Estado e para o Governo Federal”, ressaltou.
Ainda conforme Tita, o partido já vinha debatendo internamente a necessidade de lançar um nome da região para disputar espaço no Legislativo estadual ou federal, fortalecendo a representatividade regional dentro do cenário político catarinense.
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