O projeto de digitalização do acervo histórico do Galpão Caipora Viu encontra-se em sua etapa conclusiva, com a catalogação sistemática das peças em um memorial virtual (site), por meio do qual o público terá acesso à descrição detalhada de cada relíquia que compõe o espaço.
O acervo é composto por aproximadamente mil objetos, com predominância de artefatos vinculados ao tropeirismo e às atividades de serrarias, elementos centrais do ciclo econômico regional das primeiras décadas do século XX. As peças também revelam aspectos da história de famílias tradicionais do município, evidenciando costumes, práticas religiosas e modos de vida característicos do período.
Ressalta-se que o Galpão Caipora Viu abriga mais de mil peças, considerando-se inclusive a existência de alguns objetos repetidos. Paralelamente, o acervo permanece em constante ampliação, por meio de doações realizadas por amigos de Benito Zandoná e por famílias de Campos Novos, reforçando seu caráter coletivo e comunitário.
Desde sua criação, o Galpão passou por três processos de ampliação estrutural. Atualmente, suas instalações encontram-se densamente ocupadas por relíquias que testemunham a trajetória histórica de Campos Novos e contribuem para a preservação da memória regional.
O memorial virtual será lançado em 1º de março, possibilitando o acesso público ao acervo digitalizado e ampliando as possibilidades de pesquisa, ensino e valorização do patrimônio histórico-cultural do Galpão Caipora Viu.
O projeto é coordenado pelo Instituto Humaniza, com incentivo financeiro da CELESC Distribuição S.A., por meio do Programa de Incentivo à Cultura (PIC) da Fundação Catarinense de Cultura (FCC), do Governo do Estado de Santa Catarina.
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