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Sexta-feira, 10 de Julho de 2026

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Homem condenado a 70 anos de prisão por estupro é morto no presídio de Lages

Um detento assumiu à Polícia Penal ter sufocado a vítima e se declarou membro do PCC

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Por Web Rádio Cidade
Homem condenado a 70 anos de prisão por estupro é morto no presídio de Lages
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Um detento de 56 anos foi encontrado morto na cela de triagem do Presídio de Lages, na Serra Catarinense, poucas horas após dar entrada na unidade prisional. O caso foi registrado na galeria "A" e será investigado pela Polícia Civil.

De acordo com informações da Polícia Penal, por volta do meio-dia um policial penal responsável pela ala ouviu um chamado vindo da cela 01, destinada a presos recém-chegados. Ao abrir a porta, um dos internos saiu da cela e afirmou ser integrante da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital), confessando ter matado o companheiro de cela.

A vítima foi identificada como Carlos Chaves, de 56 anos. Conforme os policiais penais, ele foi encontrado caído no chão, embaixo da pia do banheiro da cela, sem sinais vitais e com marcas aparentes de estrangulamento no pescoço.

O interno que confessou o crime foi identificado como Rodrigo Ribeiro Hofmann, de 31 anos. Segundo o registro da ocorrência, ele declarou aos policiais que havia sufocado a vítima.

A equipe de saúde da unidade foi acionada e realizou os primeiros procedimentos de atendimento, mas o detento já estava sem sinais vitais. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi contatado e orientou o acionamento da Polícia Científica.

Carlos Chaves cumpria pena em regime fechado por condenações pelos crimes de estupro e estupro de vulnerável, com sentença que totalizava 70 anos, 9 meses e 10 dias de reclusão. Ele havia sido transferido para o Presídio de Lages horas antes do ocorrido.

A Polícia Científica e a Polícia Civil realizaram a perícia no local e removeram o corpo para o Instituto Médico Legal (IML) de Lages. O suspeito foi retirado da cela e encaminhado para outro local dentro da unidade prisional, onde permanecerá à disposição das autoridades para os procedimentos legais. O caso será investigado.

 

Com informações: Jornal Razão

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